Salve, salve! Roberto Schinyashiki!
Estava agora assistindo um programa especial na Rede Vida(Sim, Rede Vida) com o psiquiatra e escritor Roberto Schinyashiki, o que me despertou uma avalanche de perguntas sobre o comportamento humano e sua capacidade de resolver os próprios problemas. Não querendo desmerecer o trabalho do Shinyashiki, que é um grande escritor, e depois dessa entrevista posso dizer sem medo que é um dos raros escritores de livros de auto-ajuda preocupado com o resultado de seu trabalho. Claro que o dinheiro move montanhas(vale também para a fé) e isso colabora e muito em toda a produção dos livros que ele lança, mas a paixão dele por psicologia, por ser um entendedor do cérebro humano, está estampado na empolgação desse homem a dar um conselho simples, como os muitos que deu durante o programa. As pessoas enviavam e-mails perguntando, por exemplo, se com 50 anos ainda há tempo para se fazer uma faculdade. Talvez eu também tivesse respondido com a mesma vibração do Shinyashiki, por ser tão óbvio o melhor caminho(seria eu uma ex-futura publicitária, atualmente futura programadora/bacharel em Ciência da Computação, futuramente frustrada por não cursar Psicologia?). Tudo bem, eu em sã consciência, gozando dos meus 20(quase 21) aninhos de idade, vivendo ainda de “paitrocínio”, posso estar até afrontando a natureza querendo que uma pessoa de 50 anos, que já teve seus filhos, sua família e que certamente já quebrou a cara uma boas vezes, simplesmente decida fazer uma faculdade agora, como quem compra um picolé na esquina. É, tento levar tudo isso em consideração, mas sinceramente, espero que aos meus 50 anos eu ainda tenha a capacidade de enxergar as coisas com nitidez. A dúvida desse senhor estava em: “vou aproveitar minha faculdade, se a fizer agora, sendo que já estou no final da vida?”. Meu Deus! Final da vida, Como é ruim lembrar que ela tem um final. Pois é, então é melhor não lembrar não é mesmo? Ainda mais aos 50 anos, quando a expectativa de vida do brasileiro já está em, acredite, 83 anos(isso se a pessoa não levar uma bala perdida por aí, não reagir a nenhum assalto, nem for vítima de nenhuma derrapagem em Congonhas). Eu sei que este senhor provavelmente não irá acessar o blog e ver este meu empenho todo para que ele faça sim uma faculdade, até porque ele deve se achar muito velho pra aprender a lidar com “essas coisas de computador”. Mas se por acaso alguém aí aparecer com essa dúvida, faça! Faça tudo que tiver vontade. Não que eu seja um exemplo de perseverança, nem que tenha feito grandes coisas na vida. Mas já fui persistente no que era do meu interesse e cá estou eu para afirmar a quem resistiu até o final desse post de pouco valor cultural(insisto: vá ler um livro, mesmo que de auto-ajuda), sempre vale a pena! Conquistar um objetivo difícil, por mais ridículo que ele seja(e escaladores do Pico do Everest podem confirmar essa minha teoria), é muito bom. O fato é que, não gosto de acreditar que as pessoas ainda precisam comprar livros para entender esse tipo de coisa. Se ajuda, faz bem, então ótimo! Mas quando as pessoas me perguntam porque eu falo pouco, fico quieta, preferindo observar, poucas entendem que esse é o segredo, pensar. Experimente pensar mais do que fala, observe, analise, mas não fale tudo e nem muito, guarde suas conclusões. A gente cria uma capacidade enorme de se entender e entender os outros. Mas se preferir, leia Schinyashiki!
Compare Preços de: Roberto Schinyashiki, livros de auto-ajuda